terça-feira, 24 de junho de 2008

Olá a todos.

Eis algumas recordações do nosso grande passeio.







Tenho mais fotos.
Quem também tirou, temos que partilhar.

Beijinhos a todos,

Mary

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Unicidade

Temos falado tanto de nós, mas para quem tropeçar com este blog, nós somos perfeitos desconhecidos (ou não). Então, como é que nos podem distinguir dos outros? Sei de alguns pontos que vos podem ajudar...
  • Os outros têm naipes, nós temos baralhos inteiros.
  • Temos um maestro que nos ensaios antes das festas tem tendência a acrescentar duas sílabas extra em cada palavra.
  • Temos, como a seguir deixamos de ter, como depois voltamos a ter e deixar de ter para depois voltarmos a ter e agora já nem sabemos se temos ou não... o Carneiro.
  • Há quem evapore líquidos... nós evaporamos papéis.
  • Temos um contra-mestre que também é mestre, marjorete e pirómano... isto só em dois dias. Imaginem o que ele não fará nos outros 5.
  • Temos ratos com crises de identidade... um virou rena, o outro coelho.
  • Somos poupadinhos... uma caixa de palhetas de tenor dá para 4 a 5 anos.
  • Podemos ter mais músicos que as outras, mas devemos ter menos fígados.
  • À excepção do barítono e de um trombone, partilhamos todos da mesma sobrinha, o que faz com que na prática sejamos todos irmãos e, como tal, aumentam dramaticamente os casos de incesto no país.
  • E claro, a mais importante... temos gajas boas e gajos espirituosos.
Atenção... há mtas mais coisas, mas se virem estes casos é mto pouco provável que se trate de outra filarmónica.

terça-feira, 3 de junho de 2008

Dia 1 de Junho de 2008


Hoje, um dia diferente. Uma nova estreia, a do quarteto de saxofones ‘sem nome especifico’.
Uma espécie de momento de glória passou por nós os quatro. Conseguimos o que queríamos, tocar a peça bem, mostrar o que valemos, impressionar o Paulo e ainda Homenagear a nossa querida e sempre professora Telma.

Passou-se o momento, com algum nervosismo, mas sempre com confiança.
Chegou a altura do discurso.
A Soraia expressou-se de tal forma que a Telma ficou com uma lágrima no cantinho do olho.
Foram entregues as fotografias e o ramo de flores. Uns beijinhos passaram pelo meio e, assim um pequeno momento se tornou especial.

Porque a Telma será sempre a nossa Grande Professora que nos fez crescer, não só como músicos, mas também como pessoas.
Deixo um beijinho enorme em nome do Quarteto.

Cristiana Salada
01-06-2008